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Revista Brasil Sustentável jul-ago/2007

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2º Lugar no Prêmio Jabuti
Categoria de Melhor livro
de Economia,
Administração e Negócios


Leia a resenha do Prof.
José Eli da Veiga








 
CTCLIMA  

Contexto | Missão | Objetivos | Representantes

Contexto:

O tema mudança global do clima é um dos principais desafios do desenvolvimento sustentável. A súbita aceleração das emissões de gases de efeito estufa (GEE), a partir da Revolução Industrial, está provocando a elevação da temperatura média do planeta. Mantendo-se as tendências atuais, até 2100, este aumento poderá atingir 4 graus centígrados, o que seria suficiente para provocar mudanças sensíveis no sistema climático global e elevação no nível do mar.

Em 1992, a Convenção do Clima da ONU (UNFCCC) estabeleceu um acordo multilateral global para enfrentar a questão do clima. Cinco anos depois, em 1997, o Protocolo de Quioto foi apresentado para ratificação, como uma proposta concreta de início do processo de estabilização das emissões de GEE. O Protocolo de Quioto representa uma tentativa de solucionar o problema do aquecimento global via mercado, definindo metas de redução das emissões dos países desenvolvidos e mecanismos de flexibilização – como, por exemplo, o MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) - que possibilita a geração de créditos comercializáveis de Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) a partir de projetos.

Muitas empresas, no Brasil e no mundo, já começam a gerenciar o impacto de suas atividades sobre o clima: conhecendo, comunicando ou estabelecendo metas de redução de emissões de GEE ou explorando estratégias orientadas para o mercado.

As oportunidades para as empresas no contexto do aquecimento global decorrem de dois fatores. O primeiro deriva de regulamentações voltadas para restrições de emissões de carbono. O Brasil não está submetido às restrições de Quioto, mas são crescentes as pressões, num segundo período de negociação, para que os países emergentes passem a fazer parte do grupo hoje ocupado por nações mais desenvolvidas e com maior índice de emissão. O outro fator que deve estar na agenda do setor empresarial relaciona-se às pressões de mercado, exercidas principalmente pelos investidores.

Apesar das incertezas quanto ao futuro das regulamentações e pressões de mercado, o contexto atual já é suficiente para que as empresas obtenham benefícios presentes por gerenciarem seus impactos sobre o clima. Os resultados podem ser divididos em duas categorias: retornos tangíveis pela redução de custos ou aumento de receita; ou retornos intangíveis que estão relacionados à melhoria da reputação, minimização de riscos e um melhor preparo para enfrentar futuras restrições às emissões.

As empresas precisam se adequar aos novos desafios seja do ponto de vista ético ou do ponto de vista pragmático. A função da Câmara Técnica de Energia e Mudança do Clima - CTCLIMA é facilitar este processo, ajudando as empresas a aproveitarem novas oportunidades de mercado e minimizar seus riscos.

Faça o download do DOC mudança do clima: visão do CEBDS

Faça o download do documento: Diário Oficial da União de 19 de maio de 2006 - Resolução nº 3 - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Quioto

Missão:

Ser um fórum adequado para que as empresas entendam o seu papel no contexto das mudanças climáticas, auxiliando-as a desenvolverem estratégias que aproveitem oportunidades e minimizem riscos e as prepare para um mundo com restrições às emissões de gases de efeito estufa.

 

Objetivos:

  • Oferecer uma plataforma segura para que as empresas do CEBDS se reúnam para trocar conhecimento, experiência e melhores práticas; para facilitar parcerias e empreender iniciativas voltadas para prática da responsabilidade climática.
     

  • Fornecer informação, direcionamento, produtos e ferramentas que auxiliem as empresas do CEBDS a implementar, medir e comunicar esforços relacionados ao enfrentamento da questão climática, inclusive projetos de MDL e comercialização de créditos gerados.
     

  • Representar de maneira pró-ativa a visão das empresas do CEBDS em assuntos relacionados à mudança do clima, em debates e formulação de políticas públicas com governos e demais grupos de interesse.
     

  • Disseminar melhores práticas, demonstrando a contribuição das empresas do CEBDS para a mitigação do fenômeno do aquecimento global de forma simples e compreensível.
     

  • Catalisar as transformações necessárias ao enfrentamento da questão climática, estimulando as empresas brasileiras a contribuírem para a reversão do fenômeno do aquecimento global.


Representantes:

Presidente: Luís César Stano (Petrobras)
Coordenador: Marina Grossi - Tel: (21) 2483-2250 -  e-mail

Contexto | Missão | Objetivos | Representantes

 
   
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